segunda-feira, 26 de setembro de 2011



Enquanto a mudança climatica ameaça afogar algumas ilhas dos países do Equador, Equador, seu efeito é um aumento no número de casos de câncer de pele pelo enfraquecimento da camada de ozônio, que funciona como um proteção natural da luz do sol, disseram especialistas EFE.
Esta é uma "conseqüência direta de uma alteração de um clima variável", disse Ronnie Nader, diretor da Agência Espacial espaço operações equatorianas Civil (EXA), que dizem o contrário seria estar a tentar "tapar o sol com um dedo."
"Mesmo se houver alguma dúvida, errar do lado e proteção do sol simplesmente saudável", disse o especialista do Equador, um país onde seus moradores vivem com um inimigo invisível, os raios ultravioletas que atingem especialmente Quito para estar em 2.850 metros.
O câncer de pele tem aumentado mais de 65% entre os homens e 41% entre as mulheres no país desde o final dos anos 80, um aumento "impressionante", de acordo com Patricia Cueva, diretor do Registro Nacional de Tumores Equador.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima um nível máximo tolerável de 11 no índice de UV, mas "é sempre Quito até 16" e às vezes chega a 25, de acordo com Nader, para quem a zona equatorial é a mais afectada a destruição da camada de ozônio.
O buraco deve estar lá no Pólo Sul, onde se acumulam os clorofluorcarbonetos, que foram utilizados nos aerossóis na década de 50 e 60, e ter sido levado para lá pelos padrões de vento, que continue até 2060 ou 2070, de De acordo com Nader.
O ozônio é produzido a cada dia um pouco acima do equador, mas migra para o Pólo Sul e, portanto, a concentração de átomos de cloro do aerossóis velho "atua como um dreno, onde se mata até 70% do ozônio" disse o especialista.
"O efeito líquido é que no Equador do planeta, onde o ozônio mais produzir, o que é mais fraco porque não consegue atender a demanda que cria o buraco", disse ele, para exemplificar com um balde para que água lado é introduzido por uma mangueira, mas do outro lado tem um buraco.
No Equador, a situação é "mais grave" porque tem uma elevada percentagem de população nos Andes, disse que o observou, além disso, que este país andino está consumado "bastante com o tratado de Montreal para eliminar clorofurocarbonos".
Dada a situação o que corresponde a uma mudança de mentalidade das pessoas para evitar o sol, quando é muito difícil ou usar algum tipo de proteção para que o sol não bater diretamente sobre a pele por muito tempo.

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